Teoria da Tradução

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Seria mais correto chamar de Teorias da tradução, pois muito antes de se transformar numa disciplina de facto, numa área de estudos, já se haviam criado muitas teorias da tradução. Cícero (46 a.C.) deu uma das primeiras contribuições sobre a arte da tradução com o texto O orador perfeito e até os dias de hoje ainda se discutem os meandros desta arte-ofício. Veremos a seguir algumas das correntes teóricas de destaque nos Estudos da Tradução.


Romanos[editar | editar código-fonte]

No texto de Cícero a tradução era vista como heurística da língua, uma forma de explorar e ampliar seus limites. No caso, Cícero tinha interesse de dar à língua latina os atributos da oratória dos gregos Ésquines e Demóstenes, e para isso observou não traduzir palavra por palavras, e sim atender ao "peso" delas. Esse texto de Cícero foi a referência teórica mais influente durante quase mil e quinhentos anos, e foi interpretado de formas muito diferentes, algumas delas antagônicas entre si. Valentín García Yebra entende que Cícero escreveu seu texto no sentido de esclarecer que aquilo não era propriamente uma tradução, e sim uma imitação.[1]

Outros latinos que escreveram sobre tradução foram Horácio e Plínio, o Jovem.

Idade Média[editar | editar código-fonte]

Renascença[editar | editar código-fonte]

Romantismo alemão[editar | editar código-fonte]

Contemporaneidade[editar | editar código-fonte]

Brasil[editar | editar código-fonte]


Referências:

  1. Furlan, Mauri. Brevíssima história da teoria da tradução no Ocidente - Os Romanos. Cadernos de Tradução, v. 2, n.º 8, 2001. Florianópolis: Núcleo de Tradução, 1996. Disponível em http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/5881/5561